Quando implementamos a arquitetura de microsserviços em uma aplicação, muitos fatores específicos estão envolvidos, e uma delas é a estrutura organizacional dos times de desenvolvimento. A abordagem proposta para a divisão do trabalho é diferente, pois o foco é nas áreas de negócio. 

As equipes serão especializadas em cada microsserviço, tornando-se times multifuncionais que levam toda a bagagem necessária para o desenvolvimento. Para isso, ter uma comunicação alinhada e seus microsserviços bem dimensionados são fatores essenciais para facilitar o processo de integração dos módulos em busca de um resultado satisfatório. 

Neste artigo, você conhecerá as vantagens de desenvolver essas aplicações, os desafios dos times de desenvolvimento durante os processos e o que a Programmer’s faz para se destacar na entrega de microsserviços. 

Primeiros passos da arquitetura de microsserviços 

Cada decisão de quando se está arquitetando um software é feita por meio da análise de negócio, trazendo uma lógica para as aplicações. Nesta etapa, o time decide o tipo de software que começará a desenvolver e se este modelo é condizente com o momento do negócio. Por isso, a comunicação precisa que ser muito bem definida desde o início.  

Em segundo lugar, é necessário que os times definam um padrão satisfatório para um microsserviço conseguir se comunicar com o outro, ou seja, para possibilitar a interação entre eles. 

A escolha primordial é da API (Application Programming Interface), que é a porta que permite os desenvolvedores interagirem com a aplicação. Além disso, é preciso definir os endpoints, que são responsáveis pela comunicação externa com os outros microsserviços. Outras funcionalidades necessárias para levar na bagagem do desenvolvimento é o banco de dados, balanceadores de carga e o gerenciamento do projeto. 

Para que os times consigam realizar uma integração com sucesso, são feitas reuniões de alinhamento para definir se eles irão construir módulos juntos no mesmo código, ou se deverão tomar a decisão de dividir os módulos, mas que ao mesmo tempo não criem dependência entre si.  

Principais vantagens 

A principal vantagem da implantação dos microsserviços é a estrutura organizacional, pois formam-se times dedicados em cada aplicação. Ao ter uma equipe especializada em um determinado microsserviço, a arquitetura se torna mais ágil, pois o tempo de desenvolvimento e de manutenção diminuem graças à especialização de uma equipe.  

Equipes menores facilitam os processos de comunicação e a divisão de tarefas. Além disso, com o paradigma dos microsserviços, há o benefício da descentralização: as equipes podem fazer alterações em códigos sem que isso impacte no desenvolvimento de outros times, as demais peças do jogo.  

Pelo fato dos microsserviços serem construídos de forma independente, a escalabilidade é tratada conforme a demanda, aumentando a disponibilidade e a velocidade de desenvolvimento, pois quanto menor é a solução, mais rápido compilam e mais fácil de trabalhar. 

Essa independência também permite que os microsserviços sejam escritos em diferentes linguagens ou tecnologias, visando ter a melhor combinação para atender as necessidades específicas do negócio. Neste caso, os times podem usar o banco de dados que elegerem mais interessante para a resolução do problema. 

Por fim, essa liberdade de escolha possibilita que as aplicações sejam testadas mais rapidamente e de forma contida. 

Podemos resumir todas as vantagens que os times de desenvolvimento têm ao arquitetar microsserviços: 

  • Descentralização: implantação e desenvolvimento independentes; 
  • Implantação e escalabilidade de acordo com a demanda; 
  • Times focados e pequenos; 
  • Mix de tecnologias: liberdade para usar novas linguagens de programação; 
  • Agilidade para realizar manutenção e alteração; 
  • Velocidade de desenvolvimento.

Desafios para os times de desenvolvimento  

Quando se trata de arquitetura de microsserviços, nem tudo é fácil – grandes responsabilidades trazem grandes desafios, e alguns esforços são fundamentais para que o resultado saia conforme o esperado.  

Primeiramente, podemos dizer que os times de desenvolvimento precisam se esforçar para alinhar a comunicação e para saber como lidar com a complexidade e problemas relacionados às arquiteturas dos microsserviços, para não afetar as demais estruturas na fase de atualizações e implantações. 

Fatores como a alta curva de aprendizado e a experiência dos times também não podem ser deixadas de lado, pois impactam diretamente na hora de resolver soluções para os problemas. A arquitetura baseada em microsserviços exige uma bagagem de conhecimento maiores dos times, pois são obrigados a lidar com a complexidade presente nos sistemas distribuídos. 

Nada é instantâneo quando se fala em desenvolver uma aplicação com microsserviços. As equipes podem levar um tempo para se adequar à nova realidade de pensamento e essa entrada tem um custo, um esforço extra para sua padronização. Por isso, é necessário prever esse tempo para levar em consideração a produtividade dos times.  

Em resumo, os times de desenvolvimento precisam se preparar para lidar com os seguintes desafios durante o processo: 

  • Desafio de coordenar o desenvolvimento entre vários times; 
  • Alta curva de aprendizado e experiência no entendimento do contexto do desenvolvimento; 
  • Adaptação dos times para padronização e manutenção dos microsserviços; 
  • Impacto na produtividade;
  • Manutenção complexa durante os testes de integração. 

A forma de gerenciar as inconsistências da arquitetura durante o desenvolvimento é um desafio para muitos times, porém, para cumprir o objetivo de responder com agilidade à sua demanda, é possível desenvolver processos para lidar com elas. Essa é a troca vantajosa para resolver problemas sem impactar nos custos e nos resultados. 

Como os times da Programmer’s se preparam?  

Cultivando o comprometimento, coragem, foco, respeito e transparência como os principais valores durante os processos, os times da Programmer’s estão comprometidos em entregar valor ao negócio de seus clientes por meio da mentalidade Scrum.  

Durante o processo, são realizadas reuniões diárias de alinhamento, criando regularidade para definir o time-boxed, ou seja, o tempo máximo para atingir as metas ao final de cada Sprint, com a duração máxima de três semanas para completar o incremento da aplicação.  

Esse método é importante para a comunicação dos times e para manter o controle do processo, empregando uma abordagem interativa e incremental para prever os riscos de cada desenvolvimento.  

Estamos prontos para atender a demanda de sua empresa com compromisso e empenho, entregando soluções personalizadas de microsserviços e promover a aceleração digital que seu negócio precisa para acompanhar as tendências do mercado. Entre em contato com nossa equipe para agendar uma visita e saber mais sobre Programmer’s Agile Experience.

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