Dos primórdios históricos do design ouvia-se a definição de uma vertente de formas artísticas e embelezamento estético. Hoje, o mercado já exige que sua mutação e avanço ofereçam experiência, vida, provoque desejo, emoção e sentimento através de tendências, processos, métodos e que ressignifique a necessidade do mesmo como diferencial estratégico para empresas.

O design trouxe em seu primeiro momento a criação e categorização artística e simbólica dos seus movimentos como o neogótico, Bauhaus, Arts & Crafts, e os que perduram até hoje em suas influências como o design industrial, modernismo e pós-modernismo. Nessa jornada vemos a mutação estética e os princípios de cada movimento na criação de novas necessidades e a solução através de suas formas e características de acordo com cada época: produções em massa com estilo artesanal, revoluções em formas conservadoras e retas, o industrial resgatando o desejo de objetos bonitos e úteis e o avanço tecnológico permitindo redesenhar e mistificar quaisquer tipos de padrões e semiótica já desenvolvidas.

Ao longo dos anos o design passou a ditar tendências, criar desejos e necessidades de forma sutil e generalizada, no qual o cliente buscava a percepção estética e o embelezamento visual e harmônico de um conjunto na qual se agregava. Mas com as mudanças aceleradas e o aumento na taxa de inovação tecnológica progredindo ao longo da história, exigiu-se mais do design, que agora precisar ser capaz de gerar valor numa perspectiva de tempo com processos, métodos, concepção, soluções criativas e personalizações únicas de experiência.

Na procura pelo diferencial, surgiu a necessidade de desenvolver experiências online e offline em busca da fidelização e conquistas de novos usuários e clientes. O design intervém visando a longo prazo, capacitar empresas para que enxerguem além do óbvio, acompanhem mudanças graduais no mercado e gerem desejos e comportamentos de relação e interação. Com isso, a concepção e experimentação criativa acaba por realizar diariamente o desenvolvimento de novos diferenciais tecnológicos, estéticos e de usabilidade. Caminhamos a um rumo em que organizações e a sociedade em geral se veem obrigadas a entrar para a era digital.
E é através deste contexto que as empresas passam a enxergar oportunidades e resolver problemas de forma acelerada e eficiente: a essência do design surge no aspecto em que se criam soluções simples e eficazes, à partir de problemas complexos.

Encontramos a objetificação do “menos é mais” em controles, smartphones e demais experiências, em que formas estão cada vez mais lisas e cruas. A fluidez da navegação evita volumes de telas e comandos, e facilita a interação ágil entre empresas e clientes. A modernidade atua em moldes de inserção de inteligência artificial e a automação dos produtos facilita os processos e dinâmicas. As necessidades criadas pelo design apontam para um futuro em que a experiência do usuário e as novas tecnologias e formas de interações, adotam uma visão maior e mais holística dos desafios e soluções.

Sem dúvidas o design tem se tornado uma bengala executiva no diferencial de grandes projetos mercadológicos, principalmente na vertente digital. Ele está interligado com a inovação disruptiva e vem quebrando bruscamente a maneira como são utilizados recursos no mundo. Em paralelo, a globalização faz com que usuários venham aderindo as novas propostas de iteração e experimentação, aprendendo, fidelizando e ressignificando processos de usabilidade e venda.

Caminhamos a uma direção em que o design se torna intrínseco em suas vendas e aplicabilidade, e aqueles que não o usarem como “ferramenta” ou diferencial estratégico no valor final, perderão lugar para a concorrência.

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