A frase “dados são o novo petróleo” (data is the new oil, originalmente em inglês), citada pelo matemático e especialista em Ciência de Dados, Clive Humby, passou a ser uma realidade nas empresas, independentemente de seu tamanho, área de atuação ou objetivos.

Com a compreensão do valor que uma informação pode ter em sua estratégia, por muito tempo, captar maior volume de dados sobre os negócios, seus clientes e o mercado, se manteve como o principal foco dessas corporações.

Mas com o avanço da digitalização, este cenário mudou. Hoje, gerar e capturar dados não é mais um problema. Muito pelo contrário: de acordo com o estudo divulgado pelo Domo Inc., empresa de software em nuvem sediada nos EUA, uma única pessoa pode reproduzir até 1.7 MB de dados por segundo. No entanto, outra pesquisa realizada pela Logicalis, empresa de TI norte-americana, que considerou as opiniões de 1.000 CIOs de 28 países diferentes, concluiu que 75% deles lutam para desbloquear insights de dados entre departamentos de sua organização.

Ou seja: a dificuldade que as organizações encontram é sobre como fazer a gestão assertiva dessas informações, para obter os benefícios da correta tomada de decisão e ter uma maturidade analítica.

Uma maneira bastante eficaz de compreender qual é a atual situação do negócio em relação a essa maturidade, é adotando a jornada data-driven, que estabelecerá uma estratégia de transformação dos dados, transformando-os em insights valiosos, a fim de que promovam tomadas de decisões mais assertivas, trazendo análises preditivas e prescritivas e, por consequência, melhores resultados para as empresas.

Qual é o seu próximo passo na jornada data-driven?

Identificar em qual estágio sua empresa se encontra em relação a uma jornada data-driven é um passo importantíssimo para compreender como os dados estão inseridos na realidade do seu negócio e quais aspectos precisam ser trabalhados para que exista uma mudança na cultura da companhia como um todo.

Veja, abaixo, quais são os estágios de uma jornada data-driven:

1) Oportunista: empresas desta etapa não possuem sistemas ou estratégias de captura de dados para que projetos de análise sejam criados. As principais fontes de dados presentes no negócio raramente são coletadas e armazenadas para a análise da equipe e, quando isso acontece, a coleta é realizada de forma manual, podendo resultar em baixa confiabilidade das informações.

2) Fragmentado: os dados são utilizados de maneira isolada pelos usuários. As unidades de negócios trabalham com informações em toda a empresa, de forma descoordenada ou sem definições, e processos compartilhados estão no início da cultura data-driven.

3) Normalizado: um repositório de dados, seguro e confiável, foi adotado juntamente com a implementação de um BI (Business Intelligence). Isso significa que o negócio aderiu à utilização de repositório de dados, como Data Warehouses/Lakes ou Lakehouse, que permitam o gerenciamento e a governança bem-definidos, além de sistema-base para relatórios. Fazendo com que os principais usuários operacionais tenham, à disposição, os dados de que necessitam.

4) Gerenciado: uma estrutura de autoatendimento e governança foi estabelecida. O nível de exploração de dados dos usuários é ampliado, empoderando o acesso aos dados, com base no nível de experiência. Neste momento, a empresa começa a perceber os efeitos positivos da tomada de decisão baseada em informações confiáveis, e a buscar novas soluções que impulsionam sua jornada.

5) Avançado: uma infraestrutura robusta de ciência de dados é utilizada por negócios nesta etapa. Com isso, possui a capacidade de implantar, rapidamente, plataformas tecnológicas projetadas para resolver problemas de negócios específicos. Tanto em seus processos quanto na cultura foram implantadas as diretrizes data-driven.

6) Orientado: cultura orientada por dados. As decisões baseadas em informações estão enraizadas nos processos do negócio, e o acesso aos dados é democratizado, integrado e governado.

Alcance a cultura orientada por dados!

Uma jornada bem-sucedida é capaz de trilhar os caminhos da análise de uma empresa, assim como a captação dos dados, o armazenamento, a integração, o tratamento e, por fim, a disponibilização para as áreas de negócio.

Além da escolha de tecnologias que irão apoiar esse processo, é preciso preocupar-se com a maneira que os dados obtidos por esses sistemas se integrarão, tendo como objetivo transformá-los em informações relevantes e estratégicas, capazes de responder às perguntas de negócio e pautar as melhores decisões.

Desta forma, evita-se, assim, falhas na comunicação dentro da própria organização. Lembre-se: a desconexão nas informações entre os departamentos faz com que os dados produzidos por cada um deles fiquem restritos às suas próprias áreas, resultando nos chamados silos, que dificultam a visão holística da empresa e impedem que as decisões sejam mais assertivas.

Conheça os pilares da jornada data-driven

Engana-se quem pensa que é possível construir uma jornada baseando-se somente em dados, ou em qualquer outro aspecto isolado.

De maneira geral, podemos listar 4 pilares como essenciais. A perfeita união deles é primordial para o sucesso do seu projeto. Veja quais são, a seguir:

● Dados: disponibilize as informações de forma integrada, acessível, organizada e confiável. Adote um repositório de dados, como Data Warehouses/Lakes ou Lakehouse para possibilitar o armazenamento seguro, integrado e qualificado dos seus dados.

● Tecnologias: implemente soluções tecnológicas modernas para apoiar a sua jornada. Não esqueça de adaptar o seu negócio às ferramentas e contar com habilidade de manuseá-las.

● Pessoas: são a peça-chave em todo o processo. Envolva os diferentes níveis hierárquicos e departamentais para assegurar o comprometimento da organização como um todo.

● Processos: estabeleça processos multidisciplinares, para os diferentes níveis e departamentos, permitindo que as estratégias orientadas por dados sejam seguidas em todas as atividades da empresa.

Integre os dados e liberte os indicadores!

Contar com soluções de Business Intelligence pode até facilitar a visualização a e governança, mas se não houver uma integração de dados, reunir simples informações pode significar grandes esforços da sua equipe e pouca credibilidade das informações. Além disso, pode gerar silos cada vez maiores entre os departamentos.

“Em 45% das vezes, os usuários de BI não conseguem obter os dados a tempo da tomada de decisão.” Fonte: Aberdeen Group

Independentemente da etapa da jornada que a empresa se encontra, é crucial se atentar à integração de dados, para que seus usuários de negócio tenham em mãos os indicadores de que precisam para tomarem as decisões assertivas para inovar, e a corporação garanta o correto e seguro armazenamento de suas informações críticas.

Acelere a jornada data-driven na sua empresa

Com as rápidas mudanças do mercado, a sua empresa não pode esperar por meses, ou até anos, até que tenha acesso a uma base democratizada de dados para, somente então, tomar as decisões certas e que vão assegurar a sua competitividade.

Com o Programmers Data Integration é possível impulsionar a evolução na jornada data-driven, com resultados rápidos e comprovadamente eficazes.

A partir de um start kit enxuto, de 2 a 4 meses de duração, essa solução quebra os silos de dados, com a integração de suas informações e a criação de um repositório de dados do tipo Data Lake, Data Warehouse ou Data Lakehouse.

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