Muito se fala sobre a modernização tecnológica e, até mesmo, a respeito da transformação digital nas empresas, como forma de aumentar a competitividade no mercado ou, em vários casos, para suprir uma necessidade específica. Porém, neste processo, as organizações se deparam com um grande problema: o tempo de recuperação e retorno financeiro, uma vez que investimento em tecnologia é algo custoso e seus resultados aparecem em médio e longos prazos. Por conta desse cenário, é preciso ter uma estratégia assertiva para garantir um bom time-to-value.

De acordo com um levantamento realizado em 2019 pela Harris Poll – especialista em pesquisas e análises de mercado -, 43% das organizações já elencavam softwares e estruturas tecnológicas como as principais áreas de investimento para os 5 anos seguintes, isso antes mesmo da pandemia.

Com um investimento massivo em startups do setor de tecnologia no Brasil – em 2018 o capital representava 2,4 bilhões de dólares, sendo boa parte desses aportes vindos de empresas estrangeiras -, não é difícil notar uma movimentação das empresas para se adaptarem aos serviços oferecidos e uma nova fase da modernização empresarial. O surgimento exponencial desses “unicórnios” afetou diretamente a atuação de grandes players, fazendo com que repensassem suas formas de trabalhar, buscando uma abordagem diferente para suas ferramentas e recursos, com foco em se manterem no mercado ou mesmo serem competitivos.

E desde a chegada da covid-19, esse processo de modernização teve que ser acelerado. Muitas companhias se viram obrigadas, em virtude do isolamento social, a digitalizarem suas operações, no sentido de atualização de processos internos e modelos de negócios, assim como de seus sistemas legados, para atenderem às novas necessidades de negócios. Surgiu, ainda, a urgência de execução desses projetos de forma cada vez mais dinâmica, almejando resultados rápidos e precisos. Porém, pelo fato de as empresas colocarem tal ideia em prática sem terem um planejamento adequado, muitas iniciaram suas atividades de modernização de sistemas, inclusive utilizando novas tecnologias, e não conseguiram finalizá-las.

Em números, essas falhas representam 70% dos casos. Os outros 30% são considerados “bem-sucedidos” apenas pelo fato de conseguirem finalizar o projeto. E essa dificuldade de modernizar está vinculada, principalmente, à falta de um objetivo claro para o negócio ao buscar esse amparo tecnológico, assim como determinados produtos e serviços. Acredita-se que a correção de um erro técnico resolverá o problema, mas o obstáculo pode estar muito além disso.

E como o mercado busca compreender e solucionar esses problemas?

O que se vê no mercado são empresas de soluções tecnológicas que costumam analisar e projetar todas as dificuldades e necessidades de uma única maneira – generalista e precipitada -, oferecendo o mesmo peso, as mesmas respostas e, inclusive, o mesmo ambiente digital para todos. Sedentas pelo simples fato de se transformarem digitalmente, não focando no que realmente importa – tampouco buscando serem mais precisas com pequenos pacotes de alto valor – e percorrendo o mesmo caminho rumo às possíveis resoluções.

Neste caminho de substituição de sistemas antigos para outros mais modernos e atuais – seja completa ou parcialmente -, muitas companhias seguiram processos tão metódicos que sequer consideraram seus momentos atuais ou buscaram compreender oportunidades de melhorias além das resoluções de falhas, não obtendo o time-to-value esperado.

“A melhor abordagem de modernização depende muito do problema que está se tentando resolver.”
– Stefan Van Der Zijden, VP Analyst do Gartner.

Até podem existir casos em que, de fato, essa forma de atuação seja efetiva. Porém, é preciso lembrar que todos os problemas têm percursos diferentes até a solução. Se o foco estiver em ajustar falhas técnicas, o caminho percorrido será totalmente diferente do que se o foco estiver em problemas de desempenho, por exemplo.

O caminho até a solução deve ser trilhado de forma rápida e segura

Unindo experiências em aplicações de serviços de modernização, insights de sucesso e os principais desafios enfrentados durante os mais diversos caminhos percorridos, a Programmer’s criou Trilhas, que são um conjunto de serviços mapeados dentro de cada etapa da jornada de modernização que buscam o time-to-value e tantos outros benefícios esperados. Essa base é o que permite o direcionamento para conectar problemas específicos às melhores soluções, avaliadas em cada caso.

Com isso, diversas trilhas foram identificadas, tais como:

Trilha de Microsserviços: arquitetura de software que vem ganhando espaço no mercado, essa trilha permite que você construa aplicações separadas em pequenos serviços independentes, que se comunicam utilizando APIs (“Interface de Programação de Aplicações” em português) bem definidas;

Trilha de Plataforma Analítica: coletar e analisar informações para a criação de estratégias mais eficientes, com processos organizacionais focados no uso de dados, é o principal objetivo dessa trilha;

Trilha de DevOps: muito comum entre as empresas de tecnologia e inovação, esse conjunto de práticas, voltadas à integração de algumas áreas, gera um aumento de performance e garante a agilidade nas entregas;

Trilha de Modernização de Aplicações: foco do conteúdo, essa trilha tem como principal objetivo identificar oportunidades de melhoria nos sistemas legados de uma empresa, entregando resultados específicos;

Vale destacar que cada trilha terá um caminho diferente a ser percorrido, levando em consideração as necessidades e o momento de cada empresa, inclusive deixando os processos padronizados para trás.

Modernize seus sistemas legados e acelere seu time-to-value

Segundo um levantamento da Tata Consultancy Services – referência global em serviços e produtos de tecnologia da informação -, mais de 70% dos executivos com experiência em empresas multinacionais listam a modernização legada como uma das principais estratégias de negócio, e 92% dos gestores de TI informam a urgência na modernização de aplicações legadas.

E essa carência existe, principalmente, em função de problemas de segurança e compliance (com a chegada de novas leis para a proteção de dados pelo mundo, é necessário um cuidado redobrado), tempo e custo de manutenção, inflexibilidade das soluções e dificuldades de integração dos novos sistemas do mercado com os utilizados nas empresas.

Modernização tecnológica é um caminho, não um propósito. Quando tratada como tal, fica muita clara a chance de não obter retorno sobre seu investimento. Por isso, deve-se primeiro definir um destino e estar disposto a mudar a forma como é encarado o uso da tecnologia na empresa.

Para assegurar o valor da modernização nas empresas, a Programmer’s atua com uma abordagem business centric (unindo agility, fit e value). Há um levantamento de dados e informações sobre as equipes, os processos e as tecnologias como direcionadores para a execução de qualquer projeto.

Também são listadas value streams e business capabilities críticas, conectando as opções de modernização mais aderentes às necessidades do negócio, caso a caso: rehost, refatorar, encapsular e substituir, por exemplo.

Depois disso, são avaliadas as opções de modernização mais eficientes para cada negócio, definindo as estratégias e criado um roadmap com o menor time-to-value. É fato que percursos conhecidos geram uma redução no tempo de entrega para o mercado e, consequentemente, de resultados para o negócio.

Saiba: modernizar não significa que será necessário recriar toda a cadeia de programas e softwares que já estão operantes. Por isso, atualizar as tecnologias da sua empresa não precisa ser um processo metódico.

Acesse os nossos conteúdos e saiba mais sobre cada uma de nossas trilhas! Conte conosco nessa jornada de modernização acelerando seu time-to-value.

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